Yes, we can! Ou melhor, poderíamos, ser um País próspero e desenvolvido, não fora a classe de políticos que temos.
Poderíamos ser um País empreendedor, um País turístico, não fora a classe de governantes que nos desgovernam.
Poderíamos ser um País de pescadores, marinheiros, com ou sem submarinos, graças à extensa costa de que dispomos, (uma das maiores da Europa) não fora a classe de corruptos que nos rodeiam.
Poderíamos ser um País de serviços, exportadores, comerciantes ou industriais, não fora alguns empresários de PME ou de outras, que não sabem gerir as suas próprias empresas e as deixam afundar.
Poderíamos... não fora a classe de corruptos e de corrompidos; dos que ganham num dia o vencimento anual dum reformado; dos que deixam um cargo de administrador para receberem chorudas indemnizações e de imediato serem inseridos numa outra empresa com novos e avultados vencimentos.
Poderíamos, poderíamos, mas não avançamos porque não só o governo, mas também o privado, e, diariamente assistimos às incompetências de empresários, inabilidade dos trabalhadores. Deparamos triste e constantemente com a improficiência de um empregado de balcão, dum vendedor, dum empresário e desta forma não poderemos prosperar. Todos nós assistimos a cada momento a esta realidade.
Os exemplos apresentados são corroborados por todos nós a cada momento, simples e reais:
- Entro numa loja, procuro um artigo, não o encontro e saio. Nenhum empregado se me dirigiu.
- No meu condomínio todos os anos mando vir a empresa de limpeza da fossa. Num ano não a chamei. Não vieram.
- Há dias entrei numa pastelaria, sentei-me, abri o meu PC. e trinta minutos depois saí sem que alguém me perguntasse se queria tomar algo.
- Um restaurante abriu em Lisboa; seis meses depois, por falta de clientela, foi trespassado. Duas semanas bastaram para que o novo proprietário enchesse o seu estabelecimento com clientes.
Estes elementares exemplos multiplicados por centenas de empresas, centenas de dias e horas, equivalem a milhões de euros perdidos, milhares de falências.
Para dirigir um carro necessitamos de uma aprendizagem, para dirigir uma empresa basta ter dinheiro. Se progride ou não, o tempo o dirá.
Trabalhemos, mas trabalhemos bem e muito e os resultados aparecerão. Procuremos a perfeição, combatamos o abstencionismo, a competitividade está ao nosso alcance. Não nos desculpemos com "aquele não faz, também não faço" .
O sucesso de uma empresa e consequentemente do País começa em cada um de nós.