sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

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Depois do sucesso com O Código da Vinci, Dan Brown presenteia-nos com O Símbolo Perdido.


Washington, D.C., local onde se passa toda a história: Robert Langdon, simbologista de Harvard, recebe um convite para dar uma palestra no Capitólio. Logo à sua chegada depara-se com a descoberta dum estranho objecto com cinco símbolos bizarros, ali deixado propositadamente; trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos. Após isto dispõe apenas de 12 horas para resolver as peripécias em que se verá envolvido.


Cinco anos de pesquisa que Brown despendeu para, num trama que se desenrola num curto espaço de 12 horas, nos prender da primeira à última página num thriller enigmático, carregado de mistério, códigos e símbolos secretos e codificados, habilmente escondidos por detrás das fachadas dos edifícios de Washington, ou em sub-caves de templos.

A Sociedade filosófica e filantrópica, a Maçonaria, é aqui dissecada ao mais ínfimo pormenor com um brilhantismo como só o Dan sabe descrever.


  • Peter Solomon, eminente maçom e amigo de Robert Langdon, é selvaticamente raptado e decepado da sua mão direita.
  • Robert, para o salvar, terá de aceitar o apelo exigido por alguém que pretende a decifração da pirâmide maçónica.
  • Por sua vez, a irmã de Peter, Katherine, é igualmente raptada.
  • Robert Landgon é perseguido pela CIA.
  • O Robert é salvo da CIA pelo seu amigo Warren Bellamy, o arquitecto do Capitólio.
  • A CIA prende Warren.
  • O raptor de Peter apanha o Robert e ensaia a sua morte.
  • Robert para salvar o amigo Peter e sua irmã decifra a pirâmide, mas a decifração vem codificada necessitando da sua descodificação.
Os raptos e perseguições, as descodificações e decifrações de símbolos maçónicos, esotéricos e místicos, misturados com caracteres gregos, as visitas a templos e lugares públicos, desdobram-se e multiplica-se a cada momento. O leitor apaixona-se pela leitura num desejo constante de chegar ao capítulo seguinte.
Gostei e recomendo a quem gosta deste tipo de literatura.

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