Caros amigos, volto mais uma vez ao meu entretenimento principal: a escrita.
Recentemente li numa revista, não me recordo qual, (provavelmente um anúncio publicitário), um breve apontamento sobre as medicinas alternativas e matutei no assunto discutindo-o para comigo próprio. Não é minha pretensão debater um assunto do qual nada sei, nem tão pouco estou a par das terapias adequadas aos achaques de cada doença. Apenas pretendo desabafar com alguém e esse alguém é este blogue.
A medicina tem como princípio adoptar novos tratamentos apenas quando os mesmos têm eficácia comprovada cientificamente. As mesinhas, os chás e as crenças relacionadas com tratamentos espirituais (muito em voga no Brasil) ou outra diferente da praticada pelo convencional não me convencem; sou céptico, aliás até mesmo a medicina tradicional evito; talvez porque durante mais de 20 anos, (entre os meus 20 e os 40) percorri dezenas de médicos, devido a uma úlcera de origem nervosa no duodeno, tendo-me sido administrados dúzias de marcas de comprimidos, drageias, líquidos, papas, injecções e um sem número de drogas para além das radiografias e endoscopias efectuadas ao longo daqueles anos; chás; mesinhas caseiras; convenci-me que era uma cobaia dos médicos. A cura foi-me administrada por uma farmacêutica amiga, com determinados comprimidos dum vulgar laboratório pouco divulgados no mercado farmacêutico. Em 30 dias curei-me; cicatrizou a úlcera de tal forma que não existem vestígios da sua cicatrização. Há cerca de 30 anos que não sei o que é uma dor de estômago.
Nas terapias alternativas e milenares da China, como a acupunctura, tratamento por inserção de agulhas em pontos específicos do corpo; as massagens; a homeopatia, baseada na escolha correcta dum produto natural para a cura do doente; a fitoterapia, método terapêutico que utiliza plantas medicinais e suas aplicações na cura de doenças; a chi kung, também medicina tradicional chinesa que consiste no uso da energia; as hidromassagens, banhos turcos, saunas, banhos de lama e os modernos SPA que combatem o stress, as dores musculares, artrites, reumatismo, tonificam e desintoxicam, também não me convenceram ainda.
Não ponho em causa os resultados terapêuticos que daí possam advir nem condeno quem os procura e pratica; mas creio que o melhor método da cura está na prevenção e na alimentação. Não é necessária uma alimentação vegetariana. Coma-se de tudo com moderação e evite-se o “fast-food”. Faça-se desporto, combata-se o sedentarismo e o stress. Muitas vezes a causa dos problemas cardiovasculares são motivados pela falta de desporto. A doença antes de ser tratada, deverá sim ser evitada.
Também devemos ter em atenção que evitar a obesidade não é emagrecer a ponto de nos tornarmos anorécticos, como, principalmente modelos femininos que pretendem exibir os seus corpos nas “passerelles”.
O envelhecimento pode ser retardo desde que consigamos a ausência de doenças e alteremos os nossos hábitos alimentares em vez de gastarmos fortunas em medicamentos.
Fomos programados para viver, no máximo, até aos 120 anos, mas Aubrey de Grey, biólogo especialista em envelhecimento da Universidade de Cambridge (Reino Unido), desafia este limite e afirma que podemos chegar aos 500 anos.
O geneticista inglês Audrey de Grey tem uma tese muito ambiciosa. Segundo ele, o processo de envelhecimento é causado por sete tipos de danos a nível celular, no organismo. Se esses danos forem bloqueados a vida poderá estender-se por um tempo incalculável e o envelhecimento poderá ser tratado como uma doença.
Enxerto retirado da Internet. http://curacientífica.pt
Daqui a cem ou duzentos anos cá estarei para vos provar que este geneticista tem razão.
Vale uma aposta?
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