Paula Pereira, pintora, principiou por pintar painéis publicitários
para partidos políticos. Pretendia progredir pintando paredes, porcelanas, para
praticar, pinturas próprias personalizadas.
Paula parecia possuída pela pintura, pintando pessoas, personagens
políticas, padres, progressistas, professores. Procurou pintores prestigiados,
pintando-os. Pintava perfeitamente pedestres, passeando pelo passeio. Precisava
possuir provimento para partir para Paris. Principiou por Portimão, Portalegre,
principalmente pelo Porto. Pintou panfletos publicitários para promover-se
pessoalmente. Propagandeava-se, pintando pelo próprio punho.
Partiu para Paris. Por prolongado período, passou privações,
pernoitando por pensões paupérrimas.
Passeando pelas prestigiadas pontes parisienses, prometeu-se pintá-las.
Promoveu-as publicando-as por periódicos populares, privados, promocionais.
Percorria pelo próprio pé, pelos prados, planícies, para pintar paisagens, plantas,
pores-do-sol. Propunha-se percorrer Paris, ponta-a-ponta. Pintava por paixão,
por prazer. Próximo passo, prosperar para projeção própria, progredindo
pintando perfis perfeitos. Pautava-se pela perfeição, prosseguindo
placidamente, persuadindo pintores peritos para própria promoção.
Posteriormente presenteou pinturas para personagens poderosas, publicou
próprias pinturas por periódicos principais. Prestigiou-se propositadamente
para poder prosseguir, purificando-se pela pintura. Pulou para patamares
públicos. Prudentemente provou produzir pinturas profissionais. Procurou
primazia para preencher-se.
Procurou países prósperos, produziu pinturas pitorescas, picassianas,
promovendo-se. Pulou para planos prodigiosos. Prosperou. Passou por personagem
popular, procurada por pessoas poderosas, personagens prestigiadas.
Programou palestras, palestreou por principais palcos para povos
preponderantes, promovendo pinturas, pintores.
Presentemente possuía possança, principalmente por portugueses. Patriótica,
partiu para Portugal, procurando parceiro para passar período prolongado, por
paixão. Pretendia pai para próprios pequenotes. Presentemente possuía pequeno palacete
próximo Prazeres.
Pedro Pimental, personagem próspera, pessoa provida, proprietário
poderoso, possuía propriedades. Pareceu-lhe próprio para pai, para protegê-la.
Prestar presença por paixão, por predileção.
Presentemente, Paula passa prolongados períodos pintando próprios
pequeninos. Pedro Pimentel prestava-se perfeitamente para Paula, procurando
proteger Paula, próprios pimpolhos, por paixão.
Principiou prolongada paixão pura, para Paula, para Pedro, para
próprios pequeninos.
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